terça-feira, 22 de fevereiro de 2011



Sempre desejei um amor que me tirasse ar dos pulmões ou que me fizesse perder as todas palavras. Sempre quis um amor que revirasse a minha vida, o meu sentido, o meu estado e tudo mais o que tivesse que revirar, que me fizesse ter forças para críticas, que me fizesse chorar sem nenhum motivo ao lembrar de momentos que são só nossos, queria alguém que me fizesse mudar de lugar, e que me fizesse ser forte, que enfrentasse comigo os meus medos e angústias e me dissesse que largaria tudo para viver a minha vida! Aí derrepente, vem você...com esse cheiro irresistivel, com esse olhar lindo e brilhante, com esse sorriso inegualavel, exatamente do jeito que eu sonhei, que me faz perder completamente todos os sentidos; tenho certeza que você chegou pra mudar tudo, chegou para dar um novo sentido na minha vida porque antes de você, eu não entendia as canções, dormia bem todas as noites, não me importava com o tamanho das minhas roupas, tinha pensamentos livres e horas vagas. meu coração era saudável, lento, constante; eu não tinha febre psicológica, crise emocional, stresse acumulado, nem carência afetiva. Não tinha ciúmes, ódio, ou pensamentos psicopatas,rs'...eu sempre tinha a razão; não me importava em dançar na rua, ou ouvir músicas chatas, não aguentava reclamações!

...mas antes de você eu não passava mal de rir, não planejava tantas coisas boas, antes de você eu não morria de saudade, não era tão bem-humorada, não me preocupava em fazer alguém feliz, em cuidar de alguém; eu não sabia sequer que um abraço curasse tanta dor, que o mundo cabia num sorriso, e que era possível, eu logo eu...amar uma pessoa tão diferente de mim!

                a verdade é que antes de você, eu nem era eu! agora sei porque você faz tanto sentido!

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011


Não consigo resistir a escrever sobre você. Você e seu jeito confuso. Você e esse rosto. De onde você tirou esse rosto? Meus Deus, aonde foi que você aprendeu a me olhar assim? Vai, toma, leva. Me emprestei um pouco, agora leva o resto. Não tenho o que fazer com o que ficou de mim. Olha, amo você. Não te conheço mas amo. Assim como amo minha loucura. Me entende? Eu sei que sim. Porque você é mais louco que eu, achei alguém mais louco e lindo que eu. E você escreve, meu Deus. Escreve lindo, suas palavras são tão eternas que eu poderia morar nelas e ser cada letrinha de sua frase. Me salva no seu computador, escreve uma história linda para me matar de vez. Nossa loucura junta nos salva. Você me salva. Você ama meu lado obscuro, você ama quando eu fico brava, você ama o que há de pior em mim. Aonde já se viu isso? Então leva. Me leva e não devolve. Me leva e constrói um bar, vamos fazer alguma coisa grave porque nada mais nos resta. Te resta? Eu te resto. Eu e nossa loucura. Nossos planos foram reduzidos a pó. Junta nosso lixo, joga tudo fora. Não temos nada pra sonhar. Mas temos vida, um coração que ainda bate. Temos nossa falta de juízo, nossas palavras, nossos livros e uma imaginação sem fim. Será preciso mais?

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011


Divida essa sua juventude estúpida com a gatinha ali do lado, meu bem. Eu vou embora...
Aprendi que cada mulher tem o seu valor, e que não se deve desperdiçá-lo com quem não vale a pena.
"Só sabemos quem realmente somos, quando colocamos a cabeça no travesseiro na hora de dormir. É ai que vem nossos pensamentos mais sinceros, é onde vemos com clareza o que a gente realmente quer. Onde passam todos os sonhos, todas as vontades, os nossos medos. É quando vêm à mente todas as pessoas que amamos de verdade! É nos momentos que estamos sós que somos realmente o que somos, sem falsidade, sem fingimento!"

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Então, que seja doce. Repito todas as manhãs, ao abrir as janelas para deixar entrar o sol ou o cinza dos dias, bem assim, que seja doce. Quando há sol, e esse sol bate na minha cara amassada do sono ou da insônia, contemplando as partículas de poeira soltas no ar, feito um pequeno universo; repito sete vezes para dar sorte: que seja doce que seja doce que seja doce e assim por diante. Mas, se alguém me perguntasse o que deverá ser doce, talvez não saiba responder. Tudo é tão vago como se fosse nada.
 
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